"A Matemática pura é, à sua maneira, a poesia das idéias lógicas.” (Einstein)
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

"Mesmo querendo eu não vou me enganar...

... eu conheço seus passos, eu vejo seus erros."

Depois de anos sem te ver, finalmente consegui trazes você de volta... Pelo menos fisicamente.Eu estudei cinco anos de engenharia pra conseguir construir uma máquina do tempo e te trazer pro meu presente. Planejei tudo, e tudo saiu nos conformes, exatamente como eu queria. Com exceção de você. Você é praticamente o mesmo cara de três anos atrás, os defeitos aguçados além do que eu esperava, influenciado da pior forma possível durante todo esse tempo e completamente estagnado na vida. Eu perdi você, mas não perdi meu foco em ser alguém, em fazer alguma coisa útil e empreendedora com o meu tempo. Por mais que eu tivesse recaídas emocionais eu segui em frente. E modéstia a parte eu segui um bom caminho. Olho pra trás e me orgulho de não ter dependido de ninguém pra chegar aonde eu cheguei, se eu tenho algo à agradecer à alguém é a minha família e ponto. Nada veio de mão beijada. E você ... Você tinha tudo para ser alguém, para crescer na vida. Mas você escolheu viver na Terra do Nunca, em todos os sentidos. Hoje, se nós estivéssemos juntos e eu olhasse pra frente, você não estaria lá, muito menos do meu lado, por que você não evoluiu ou se quer amadureceu para me alcançar só te vejo olhando pra baixo, pra trás. Você continua aquele menino, com grandes sonhos e minúsculas atitudes. E eu não preciso de um menino, isso não me satisfaz mais. Repudio pessoas que deixam de aproveitar as oportunidades da vida por pura preguiça, vadiagem e comodismo. E você se tornou tudo isso... ou melhor: nada. Hoje eu consigo olhar pra frente e no cenário mais pessimista me ver sozinha, mas nem no mais otimista possível você está lá. Você não é capaz de subir as escadas que eu subi, e eu nem sequer lamento por isso.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cicatrizes



A gente nunca esquece. Na verdade nossas lembranças ruins, mágoas, funcionam como machucados. Se a ferida ainda está aberta, dói lembrar. Com o tempo temos o péssimo hábito de cutucar as casquinhas passa, só por que deu saudades de sentir alguma coisa, mesmo que seja aquela dorzinha. A minha vó costuma dizer que “mente vazia é oficina do Diabo”. Ela está certa, sempre que não temos nada de útil para fazer pensamos em coisas que não deveríamos. Em pessoas que não merecem o Tico, o Teco ou sequer um neurônio sem nome transmitindo algo sobre ela. Sabe quando estamos deitados no sofá e cansamos de ver televisão, então a desligamos, olhamos pro teto e começamos a filosofar? Então, isso é cutucar casquinhas.

Porém, quando determinadas situações ou recordações não nos causam mais nada, quer dizer que aquela ferida que não curava por nada no mundo virou uma cicatriz. Ela ainda existe, está ali feito tatuagem pra você lembrar pro resto da sua vida que algo ou alguém te fez mal. Ela existe justamente para você saber que caminhos não deve mais tomar, não persistir no erro. Ela não sangra mais, não dói. No máximo você torce o nariz quando olha ou lembra dessa cicatriz.

E são essas cicatrizes que nos direcionam, nos moldam, a ser quem somos hoje, a optar pelo sim ou pelo não, a escolher o velho e bom “With or without you”.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A gente vive fingindo...

A gente vive fingindo que está tudo bem quando estamos correndo para algum canto desta cidade quase maravilhosa em busca de algum mísero sucesso profissional. Até nos submetemos à esperar o chefe durante uma hora para uma reunião, mas não damos o mesmo privilégio para as pessoas que amamos ou simplesmente convivemos.

Definitivamente somos pessoas diferentes na nossa vida executiva. Nos dedicamos mais, nos sujeitamos a abaixar a cabeça para quem ganha mais que nós e até corrermos atrás de arrumar os erros das outras pessoas para que "a equipe não seja prejudicada".

Acontece que quando chegamos em casa e trancamos a porta pelo lado de dentro não somos assim. Estamos completamente estressados com aquele gado que atravessamos na estação Sé - gado por que aquelas pessoas definitivamente se comportam como tal - e nem nos lembramos de utilizar aquele sorriso simpático que ficou guardado na gaveta do escritório depois das 18h.

Se você mora com seus pais, provavelmente não diz um boa noite ou fica torcendo para eles te convidarem pra jantar, como espera dos seus superiores. Se mora com um companheiro, as vezes nem sem lembra de perguntar como foi seu dia, e se ele fez alguma coisa de errado não tenta utilizar toda aquela engenharia para tentar resolver o problema... Por vocês.

Esquecemos que dentro de casa não precisamos ser tão pragmáticos, não devemos justificativas aos nossos chefes... Que convive conosco e nos ama sabem nos perdoar dar uma segunda, terceira e, por que não, quarta chance.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Você



Hey! Psiu!?
É, você mesmo!!!
Eu sei que você está ai em algum lugar, escondido atrás de alguns livros numa biblioteca imensa (Corre! Vai que a estante cai em cima de você!), sentado fitando o mar de alguma praia pouco habitada (com a sorte que eu tenho vira uma Tsunami)... ou quem sabe correndo quem nem um louco pra lá e pra cá nessa selva de pedras como a maioria dos paulistanos pra tentar vencer na vida (pelo menos não é no Rio com as balas perdidas). Ou talvez você esteja em uma missão secreta em Marte (marciano?!), mas eu sei que em algum lugar do mundo você existe.

E não me importa onde você esteja, não quero saber como, onde, porque, com quem (ai se eu te pego com outra! Te mato e fico com o seu melhor amigo)... Só me sinto confortável em saber que você existe, que você está por aí me procurando (ou não, né! FDP), assim como eu estou procurando você também. E me desculpe se eu já te confundi com tanta gente (eu sempre falo que vou parar de beber), mas é que sou tão ansiosa que fica tentando captar qualquer sinal da sua presença... Mas no final eu sempre descubro que não é você (quando passa o efeito do álcool), que eu estou procurando seus traços e dons nos lugares errados.

E no final das contas, é por isso que estou lhe escrevendo. Pra dizer que vou dar uma pausa nessa procura (Tecla SAP: Cansei, porra!), por que sempre que eu descubro que errei de novo a pessoa certa... dói. E dói porque eu sempre crio toda uma expectativa, planos mirabolantes (não, eu não sou neorótica. Tá, só um pouquinho) para...nada.

Então, meu futuro desconhecido, cesso a minha busca por um tempo. Eu preciso desse tempo, preciso parar de olhar para os lados e olhar para frente (por que se eu olhar pra trás, meu bem... é suicídio na certa. Eu já fiz um bocó feliz...). Pois, por mais que eu saiba que você existe, não sei se um dia nossas ruas irão se cruzar (A fila anda, benhê!).

Mas se porventura me encontrar nesse meio tempo, não hesite! (Vai que rola!)

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As frases em cinza sou eu tirando sarro do drama que eu fiz post original (em preto). Que é verdade! Mas as frases em cinza também são. Será que isso confirma a minha teoria que sofro de humor bipolar? Oh My Lord!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

O dom de ser submisso

Muitas vezes eu me pergunto se esse blog não se torna chato por trazer apenas textos que falem de mim e das minhas experiências, e pelo fato de eu sempre postar sobre qualquer coisa muito sentimental. As vezes eu penso que essa página pode refletir uma pessoa confusa, depressiva com humor bipolar, ou qualquer coisa do tipo.

A verdade é que eu sou tudo isso, principalmente confusa. E outra verdade é que eu não escrevo pra tentar agradar ninguém ou muito menos pra provar qualquer coisa pra quem quer que seja que tenha paciência de ler as coisas que eu escrevo.

Esse blog nada mais é que minha válvula de escape. E pra contrariar tudo que eu disse que esse blog parecer ser, hoje o assunto não é sobre mim...Mas sobre um assunto que eu tenho observado e me deixa muito put** ... muito desconfortável.

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Ao se relacionar com alguém, seja amorosamente ou apenas no simples convívio diário, você acaba engolindo alguns sapos para ser sociável e não gerar alarde por diferenças mínimas de opinião. O que não significa que você não possa defendê-la ou expressá-la, você apenas deixa algumas coisas passarem em prol da “lei da boa vizinhança”.

No entanto há pessoas que levam essa de engolir sapo tão a sério que acabam perdendo a sua personalidade. De tanto abaixarem a cabeça para coisas que não concordam acabam transmitindo ao mundo uma imagem de alguém que elas não são, de algo que elas não defendem ou simplesmente não acreditam. E venho observado que isso ocorre principalmente em duas situações: pessoas que querem popularidade e em namoros.

As pessoas que buscam popularidade podem ser rotuladas como aquelas que “querem ser amigas de todo mundo” e o que era pra ser uma coisa boa passa a ser uma coisa irritante e extremamente inconveniente. Eu sinceramente acredito que essas pessoas devem ter algum problema psicológico, depressão, ou qualquer coisa do tipo, e elas tentam utilizar essa válvula de escape “pop” pra se tratar. Isso realmente me irrita, por que geralmente essas pessoas não têm conteúdo algum, não são engraçadas e não estão nem ai com você... Só querem que você seja mais um número no “amigos do Orkut”. Minto, pessoas assim não apenas me irritam, me dão pena.

Mas eu tenho mais pena ainda das pessoas que começam a namorar e têm que mudar completamente o seu mundo por causa do novo companheiro. Cansei de ver namoros onde um dos lados é tão inseguro, mas tão inseguro ao ponto de dar barraco por causa de qualquer olhada para o lado. Ou outra coisa comum, quando uma das partes tem que deixar de fazer diversas coisas que gosta, deixar de falar com as pessoas que falava antes para agradar o parceiro. Desculpem a minha ignorância, mas você não começa a namorar uma pessoa por que supostamente você gosta dela do jeito que ela é? Você conheceu essa pessoa com amigos, família, praticante de um esporte X e um gosto musical Y e um passado Z. E se assim é por que raios as pessoas aceitam serem transformadas pelos seus respectivos namorados para tentar agradar o ser que supostamente gostava dela do jeito que ela era? Será que não vai chegar uma hora que você vai mudar tanto que nem a sua mãe mais vai te reconhecer? Sinceramente isso me revolta. Não entra mais na minha cabeça (por que lógico que um dia eu fui uma pessoa tapada à esse ponto) como esses seres pensantes podem se submeter a tamanha tortura, por que não encontro outra palavra pra expressar melhor algo que não permite que você seja simplesmente você mesmo do que “tortura”. E além de tortura isso é o cúmulo da submissão, da falta de opinião e vontade própria.

Já perdi diversos amigos para os seus respectivos namorados, e já fui vítima da insegurança e falta de educação dos mesmos. E tudo isso só me fez confirmar mais a minha tese de que isso não é namoro, é tortura.

Como as pessoas podem ser estúpidas ao ponto de se submeter às vontades de alguém, se submeterem a coisas que não gostam, não concordam, não crêem só para agradar as outras, pra agradar alguém que, até onde se entende como namorado, te ama!? Absurdo, é a palavra que define toda essa situação.

E a frase que eu deixo para todas as pessoas que são assim é: “A partir do momento que você tem que deixar de ser você mesmo por causa de outra pessoa, você é um otário.”.

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E se você é um desses otários e se sentiu incomodado com a verdade, por que a verdade dói, pode ir "xingar muito no twitter por que isso é uma puta falta de sacanagem".

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Acordei pensando

Vivemos à procura incansável de alguém que nos complete, quando na verdade deveríamos procurar a pessoa que nos faz sentir bem pelo simples fato de podermos ser quem realmente somos.

#Fica a dica

domingo, 23 de agosto de 2009

Felicidade


Um dos melhores caminhos para buscar a felicidade - não plenamente pois seria impossível, mas a maior quantidade de momentos felizes - é depender o menos possível dos outros para que isso aconteça. O que não quer dizer que para ser feliz você precisa estar sozinho, mas sim não esperar por atitudes alheias para ser feliz, buscar a felicidade em cada momento do presente e não esperar o momento chegar.

É importante sempre buscar o lado positivo de TUDO, quanto aos negativos...quem precisa deles?

Se alguma coisa não saiu como você queria, certamente o inesperado trouxe alguma coisa de útil, nem que seja ter uma história engraçada pra contar, ou uma piadinha de humor negro dos seus momentos difíceis.

Se não somos felizes, se estamos pra lá e pra cá de cabeça baixa reclamando da vida, a culpa desse tédio todo é nossa e de mais ninguém. Nossa por ficar esperando uma fada madrinha para realizar nossos desejos em vez de corrermos atrás deles, por esperar que alguém bata na sua porta e te chame pra sair, por esperar que tudo aconteça do jeito que julgamos ser o melhor.

"O segredo é não correr atrás das borboletas...
é cuidar do jardim para que elas venham até você."
(Fragmento de "O jardim das borboletas", Mário Quintana)

É clichê, mas é verdade. E isso não inclui só relacionamentos, mas todos os "tópicos" da sua vida. Pensar e esperar que um relacionamento perfeito torne a sua vida perfeita é tolice. Para um relacionamento chegar a ser bom, sua vida.. VOCÊ tem que estar bem em primeiro lugar, e ninguém pode fazer isso por você.


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Tô com um bom humor que nem eu sei da onde saiu =D

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Dois lados e meu passado


É comum meus amigos e até mesmo minhas irmãs e minha mãe me pedirem conselhos sobre seus respectivos relacionamentos. O que chega a ser até engraçado por que meu histórico de relacionamentos indicam claramente que eles nunca terminam muito bem, pelo menos do meu lado da história.

O mais engraçado ainda é que geralmente as pessoas vêm me perguntar sobre situações que eu acabo identificando como o "outro lado". Isso por que eu nunca estou do lado que "não quer mais", que "não ama mais" ou "não sabe o que está sentido". Geralmente o meu lado é da pessoa que gosta mais (por que sempre tem o troxa, no caso eu, que gosta mais) e fica pensando "o que eu fiz de errado?".

Outro dia eu quase passei o telefone do meu ex e disse pra pessoa "pergunta pra ele e deixa que eu falo com o seu namorado(a), pq eu entendo mais o lado dele do que o seu!". Eu NUNCA iria passar o telefone do falecido (falecido: termo reconfortante quando tratamos de "ex's"), mas só pra tentar ilustrar como essas situações são trágicas e ao mesmo tempo engraçadas.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ele simplesmente não está afim de você


Eu sei que disse no último post que iria escrever algo sobre a gripe suína, mas tenho certeza que esse "auê" não vai terminar tão cedo...Então não faltarão oportunidades.

Cá estou madrugada a dentro lendo "Ele simplesmente não está afim de você". É o primeiro livro que estou conseguindo ler depois de ver o filme, "Senhor dos Anéis" foi uma catástrofe, nem passei do primeiro capítulo.

Bom, o motivo do post é um pedacinho que acabei de ler, e me identifiquei! Finalmente não me sinto culpada por várias vezs ter ficado brava com pessoas que diziam "já te ligo" ou "te ligo tal hora", a troxa ficava esperando e depois ouvia uma bela desculpa e tudo ficava "bem".

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A desculpa: ele apenas diz coisas que não tinha a intenção de dizer
Querido Greg,
Estou saindo com um cara que sempre termina as conversas dizendo que vai me telefonar em um determinado momento. Por exemplo, "liqo para você no fim de semana". Ou "telefono para você amanhã". Ou, ainda, se tem de atender uma chamada em outra linha, ele promete "ligo para você daqui a um minuto". E não liga. Bem, ele sempre acaba ligando, mas quase nunca quando disse que ia ligar. Devo entender isso como uma indireta, ou simplesmente aprender a ignorar o que ele diz quando desliga o telefone?
Annie

Da mesa do Greg
Querida Esperando Telefonema,
É, você deve entender isso como uma indireta. Na verdade, a indireta é "ele simplesmente não está muito a fim de você". O que acontece é o seguinte: a maioria dos homens diz o que acha que você quer ouvir no fim do programa ou da conversa ao telefone, em vez de ficar calado. Alguns estão mentindo, outros sendo sinceros. Você percebe a diferença assim: eles estão sendo sinceros quando realmente fazem o que disseram que iam fazer. E mais uma coisa que você deve lembrar: telefonar quando disse que ia telefonar é o primeiro tijolo na casa de amor e confiança que vocês estão construindo. Se ele não é capaz de assentar esse tijolinho idiota, vocês nem ao menos terão uma casa, querida. E, do lado de fora faz frio.
Viramos um bando muito descuidado. Dizemos coisas que não queremos dizer. Fazemos promessas que não cumprimos. "Telefono para você." "Vamos nos ver." Sabemos que não vamos. Na Bolsa de Valores da Interação Humana, as nossas palavras perderam quase todo o valor. E a espiral continua, já que agora nem esperamos mais que as pessoas cumpram suas promessas. Na verdade, ficamos até constrangidos ao dizer para o mentiroso que ele não fez o que disse que ia fazer. Por isso, se o cara com quem está saindo não telefona quando diz que vai telefonar, por que isso tem tanta importância? Simplesmente porque você devia estar saindo com um homem que pelo menos cumprisse sua palavra.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Amores que doem

Quando você começa a perder o brilho do seu sorriso, se olha no espelho e percebe que suas olheiras não eram tão grandes como estão agora. Seus amigos te chamam pra sair e você não tem a menos vontade se não for com ele - o seu "amor". As piadas perderam a graça, o dia é sempre cinza, até as coisas mais simples te irritam.

O mau humor começa a perder as desculpas para existir e se torna prensente no dia-a-dia. Você assiste filmes sobre esse tema - como aquele "Yes Man" com o Jim Carrey - e sente pena do protagonista, no fundo você sabe que está como ele.

Você descobre que não está feliz, e não se sabe quanto tempo isso demora para acontecer, mas seja quando for que isso aconteça você não vai querer admitir. E então de triste e depressivo você se tonar chato, o mau humor ultrapassa o limite da sociabilidade.

Ocorre então a hora da verdade, aquela tempestade de brigas e discussões por motivos insignificantes. O fim.

A sensação de liberdade. A sensação de morte. A sensação de alívio.

Esse é um daqueles casos "se conselho fosse bom não se dava, se vendia" e só depois de passar por isso é que você entende: Não era amor.

Você entende quando encontra o verdadeiro sentimento de amor. Aquele que pode não estar presente, mas não te faz sofrer, não te ilude, não pede para você deixar de ser quem realmente é! E econtrar esse sentimento não significa necessáriamente encontrar alguém, mas simplesmente entender.

Amar é calmo, gostoso e tranqüilo...

"Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão."
Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Contos de Fada

Hoje eu acordei mais cedo do que o meu habitual nas últimas semanas e como não tinha nada pra fazer fui ver televisão, estava passando "Cindelera 2". Eu sempre amei os desenho da Disney, então uni o agradável com o nada-pra-fazer.
No final do desenho teve aquele clássico final "E viveram felizes para sempre". Ah! Qual é?! Quem é vive feliz pra sempre? Que história que no final tudo dá certo?

Definitivamente, desenhos são pra fazer as crianças terem esperança na vida porque só assim elas não desistem logo no começo.

É, estou naqueles dias pessimistas de ficar pensando que nada dá certo e tudo é um saco. TPM talvez ...!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Pessoa certa, hora errada


Hoje conversando com uma amiga, papo vai..papo vem...até que a gente comentou de um filme "Três vezes amor" (bla bla bla .. é filme de mulherzinha mesmo! =P) e do mesmo saiu a frase que me inspirou pra escrever: "O problema não é QUEM, e sim QUANDO".

E além de ser muito verídica, veio a calhar na minha madrugada (porque o dia já foi faz tempo .. e a noite também). Podemos encontrar a pessoa certa mas durante um momento que "não é o dela". Assim como podemos encontrar a errada durante uma fase ideal para ela. O fato é que tanto viver quanto escrever sobre tudo isso é muito cansativo e decepcionante.

Dá vontade de olhar pra cima e falar "Qual é, Deus?!".

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"é cedo ou tarde demais,
pra dizer adeus
pra dizer jamais..."

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Metade

Não quero nada pela metade. Não quero "meio-amigo", "meio-inimigo", "meias-palavras"...não quero um "meio-amor".
Não sei ser nada pela metade, sou o que sou, gosto do que gosto, o que não quer dizer que não possa mudar opinião. O que me intriga são pessoas que não saem de cima do muro por pura conveniência de não ter que escolher, não ter que se arriscar a no final das contas não ter um nem o outro.
Pule! Se arrisque!Faça a coisa errada, mas pelo menos faça...e seja maduro suficiente para reconhecer que errou.
Grite, brigue! Defenda a sua verdade com unhas e dentes, mas não arranje boas desculpas para se calar.
Não se esconda, fale! Mesmo que depois se arrependa, mesmo que não tenha sido a coisa certa...Você nunca iria descobrir se não tentasse.
Mas já não posso dizer "Ame, se apaixone sem pensar", por que o amor espontâneo não é amor...é fogo, paixonite, carência disfarçada...mas não amor.

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*Comentário "NERD" em época de provas: HP salva!