quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
"Mesmo querendo eu não vou me enganar...
quarta-feira, 16 de março de 2011
Cicatrizes

A gente nunca esquece. Na verdade nossas lembranças ruins, mágoas, funcionam como machucados. Se a ferida ainda está aberta, dói lembrar. Com o tempo temos o péssimo hábito de cutucar as casquinhas passa, só por que deu saudades de sentir alguma coisa, mesmo que seja aquela dorzinha. A minha vó costuma dizer que “mente vazia é oficina do Diabo”. Ela está certa, sempre que não temos nada de útil para fazer pensamos em coisas que não deveríamos. Em pessoas que não merecem o Tico, o Teco ou sequer um neurônio sem nome transmitindo algo sobre ela. Sabe quando estamos deitados no sofá e cansamos de ver televisão, então a desligamos, olhamos pro teto e começamos a filosofar? Então, isso é cutucar casquinhas.
Porém, quando determinadas situações ou recordações não nos causam mais nada, quer dizer que aquela ferida que não curava por nada no mundo virou uma cicatriz. Ela ainda existe, está ali feito tatuagem pra você lembrar pro resto da sua vida que algo ou alguém te fez mal. Ela existe justamente para você saber que caminhos não deve mais tomar, não persistir no erro. Ela não sangra mais, não dói. No máximo você torce o nariz quando olha ou lembra dessa cicatriz.
E são essas cicatrizes que nos direcionam, nos moldam, a ser quem somos hoje, a optar pelo sim ou pelo não, a escolher o velho e bom “With or without you”.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A gente vive fingindo...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Você

quinta-feira, 24 de junho de 2010
O dom de ser submisso
A verdade é que eu sou tudo isso, principalmente confusa. E outra verdade é que eu não escrevo pra tentar agradar ninguém ou muito menos pra provar qualquer coisa pra quem quer que seja que tenha paciência de ler as coisas que eu escrevo.
Esse blog nada mais é que minha válvula de escape. E pra contrariar tudo que eu disse que esse blog parecer ser, hoje o assunto não é sobre mim...Mas sobre um assunto que eu tenho observado e me deixa muito put** ... muito desconfortável.
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Ao se relacionar com alguém, seja amorosamente ou apenas no simples convívio diário, você acaba engolindo alguns sapos para ser sociável e não gerar alarde por diferenças mínimas de opinião. O que não significa que você não possa defendê-la ou expressá-la, você apenas deixa algumas coisas passarem em prol da “lei da boa vizinhança”.
No entanto há pessoas que levam essa de engolir sapo tão a sério que acabam perdendo a sua personalidade. De tanto abaixarem a cabeça para coisas que não concordam acabam transmitindo ao mundo uma imagem de alguém que elas não são, de algo que elas não defendem ou simplesmente não acreditam. E venho observado que isso ocorre principalmente em duas situações: pessoas que querem popularidade e em namoros.
As pessoas que buscam popularidade podem ser rotuladas como aquelas que “querem ser amigas de todo mundo” e o que era pra ser uma coisa boa passa a ser uma coisa irritante e extremamente inconveniente. Eu sinceramente acredito que essas pessoas devem ter algum problema psicológico, depressão, ou qualquer coisa do tipo, e elas tentam utilizar essa válvula de escape “pop” pra se tratar. Isso realmente me irrita, por que geralmente essas pessoas não têm conteúdo algum, não são engraçadas e não estão nem ai com você... Só querem que você seja mais um número no “amigos do Orkut”. Minto, pessoas assim não apenas me irritam, me dão pena.
Mas eu tenho mais pena ainda das pessoas que começam a namorar e têm que mudar completamente o seu mundo por causa do novo companheiro. Cansei de ver namoros onde um dos lados é tão inseguro, mas tão inseguro ao ponto de dar barraco por causa de qualquer olhada para o lado. Ou outra coisa comum, quando uma das partes tem que deixar de fazer diversas coisas que gosta, deixar de falar com as pessoas que falava antes para agradar o parceiro. Desculpem a minha ignorância, mas você não começa a namorar uma pessoa por que supostamente você gosta dela do jeito que ela é? Você conheceu essa pessoa com amigos, família, praticante de um esporte X e um gosto musical Y e um passado Z. E se assim é por que raios as pessoas aceitam serem transformadas pelos seus respectivos namorados para tentar agradar o ser que supostamente gostava dela do jeito que ela era? Será que não vai chegar uma hora que você vai mudar tanto que nem a sua mãe mais vai te reconhecer? Sinceramente isso me revolta. Não entra mais na minha cabeça (por que lógico que um dia eu fui uma pessoa tapada à esse ponto) como esses seres pensantes podem se submeter a tamanha tortura, por que não encontro outra palavra pra expressar melhor algo que não permite que você seja simplesmente você mesmo do que “tortura”. E além de tortura isso é o cúmulo da submissão, da falta de opinião e vontade própria.
Já perdi diversos amigos para os seus respectivos namorados, e já fui vítima da insegurança e falta de educação dos mesmos. E tudo isso só me fez confirmar mais a minha tese de que isso não é namoro, é tortura.
Como as pessoas podem ser estúpidas ao ponto de se submeter às vontades de alguém, se submeterem a coisas que não gostam, não concordam, não crêem só para agradar as outras, pra agradar alguém que, até onde se entende como namorado, te ama!? Absurdo, é a palavra que define toda essa situação.
E a frase que eu deixo para todas as pessoas que são assim é: “A partir do momento que você tem que deixar de ser você mesmo por causa de outra pessoa, você é um otário.”.
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E se você é um desses otários e se sentiu incomodado com a verdade, por que a verdade dói, pode ir "xingar muito no twitter por que isso é uma puta falta de sacanagem".
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Acordei pensando
#Fica a dica
domingo, 23 de agosto de 2009
Felicidade

Se alguma coisa não saiu como você queria, certamente o inesperado trouxe alguma coisa de útil, nem que seja ter uma história engraçada pra contar, ou uma piadinha de humor negro dos seus momentos difíceis.
é cuidar do jardim para que elas venham até você."
(Fragmento de "O jardim das borboletas", Mário Quintana)
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Dois lados e meu passado

O mais engraçado ainda é que geralmente as pessoas vêm me perguntar sobre situações que eu acabo identificando como o "outro lado". Isso por que eu nunca estou do lado que "não quer mais", que "não ama mais" ou "não sabe o que está sentido". Geralmente o meu lado é da pessoa que gosta mais (por que sempre tem o troxa, no caso eu, que gosta mais) e fica pensando "o que eu fiz de errado?".
Outro dia eu quase passei o telefone do meu ex e disse pra pessoa "pergunta pra ele e deixa que eu falo com o seu namorado(a), pq eu entendo mais o lado dele do que o seu!". Eu NUNCA iria passar o telefone do falecido (falecido: termo reconfortante quando tratamos de "ex's"), mas só pra tentar ilustrar como essas situações são trágicas e ao mesmo tempo engraçadas.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Ele simplesmente não está afim de você

Cá estou madrugada a dentro lendo "Ele simplesmente não está afim de você". É o primeiro livro que estou conseguindo ler depois de ver o filme, "Senhor dos Anéis" foi uma catástrofe, nem passei do primeiro capítulo.
Bom, o motivo do post é um pedacinho que acabei de ler, e me identifiquei! Finalmente não me sinto culpada por várias vezs ter ficado brava com pessoas que diziam "já te ligo" ou "te ligo tal hora", a troxa ficava esperando e depois ouvia uma bela desculpa e tudo ficava "bem".
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A desculpa: ele apenas diz coisas que não tinha a intenção de dizer
Querido Greg,
Estou saindo com um cara que sempre termina as conversas dizendo que vai me telefonar em um determinado momento. Por exemplo, "liqo para você no fim de semana". Ou "telefono para você amanhã". Ou, ainda, se tem de atender uma chamada em outra linha, ele promete "ligo para você daqui a um minuto". E não liga. Bem, ele sempre acaba ligando, mas quase nunca quando disse que ia ligar. Devo entender isso como uma indireta, ou simplesmente aprender a ignorar o que ele diz quando desliga o telefone?
Annie
Da mesa do Greg
Querida Esperando Telefonema,
É, você deve entender isso como uma indireta. Na verdade, a indireta é "ele simplesmente não está muito a fim de você". O que acontece é o seguinte: a maioria dos homens diz o que acha que você quer ouvir no fim do programa ou da conversa ao telefone, em vez de ficar calado. Alguns estão mentindo, outros sendo sinceros. Você percebe a diferença assim: eles estão sendo sinceros quando realmente fazem o que disseram que iam fazer. E mais uma coisa que você deve lembrar: telefonar quando disse que ia telefonar é o primeiro tijolo na casa de amor e confiança que vocês estão construindo. Se ele não é capaz de assentar esse tijolinho idiota, vocês nem ao menos terão uma casa, querida. E, do lado de fora faz frio.
Viramos um bando muito descuidado. Dizemos coisas que não queremos dizer. Fazemos promessas que não cumprimos. "Telefono para você." "Vamos nos ver." Sabemos que não vamos. Na Bolsa de Valores da Interação Humana, as nossas palavras perderam quase todo o valor. E a espiral continua, já que agora nem esperamos mais que as pessoas cumpram suas promessas. Na verdade, ficamos até constrangidos ao dizer para o mentiroso que ele não fez o que disse que ia fazer. Por isso, se o cara com quem está saindo não telefona quando diz que vai telefonar, por que isso tem tanta importância? Simplesmente porque você devia estar saindo com um homem que pelo menos cumprisse sua palavra.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Amores que doem
O mau humor começa a perder as desculpas para existir e se torna prensente no dia-a-dia. Você assiste filmes sobre esse tema - como aquele "Yes Man" com o Jim Carrey - e sente pena do protagonista, no fundo você sabe que está como ele.
Você descobre que não está feliz, e não se sabe quanto tempo isso demora para acontecer, mas seja quando for que isso aconteça você não vai querer admitir. E então de triste e depressivo você se tonar chato, o mau humor ultrapassa o limite da sociabilidade.
Ocorre então a hora da verdade, aquela tempestade de brigas e discussões por motivos insignificantes. O fim.
A sensação de liberdade. A sensação de morte. A sensação de alívio.
Esse é um daqueles casos "se conselho fosse bom não se dava, se vendia" e só depois de passar por isso é que você entende: Não era amor.
Você entende quando encontra o verdadeiro sentimento de amor. Aquele que pode não estar presente, mas não te faz sofrer, não te ilude, não pede para você deixar de ser quem realmente é! E econtrar esse sentimento não significa necessáriamente encontrar alguém, mas simplesmente entender.
Amar é calmo, gostoso e tranqüilo...
"Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão."
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Contos de Fada
Hoje eu acordei mais cedo do que o meu habitual nas últimas semanas e como não tinha nada pra fazer fui ver televisão, estava passando "Cindelera 2". Eu sempre amei os desenho da Disney, então uni o agradável com o nada-pra-fazer.No final do desenho teve aquele clássico final "E viveram felizes para sempre". Ah! Qual é?! Quem é vive feliz pra sempre? Que história que no final tudo dá certo?
Definitivamente, desenhos são pra fazer as crianças terem esperança na vida porque só assim elas não desistem logo no começo.
É, estou naqueles dias pessimistas de ficar pensando que nada dá certo e tudo é um saco. TPM talvez ...!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Pessoa certa, hora errada

Hoje conversando com uma amiga, papo vai..papo vem...até que a gente comentou de um filme "Três vezes amor" (bla bla bla .. é filme de mulherzinha mesmo! =P) e do mesmo saiu a frase que me inspirou pra escrever: "O problema não é QUEM, e sim QUANDO".
E além de ser muito verídica, veio a calhar na minha madrugada (porque o dia já foi faz tempo .. e a noite também). Podemos encontrar a pessoa certa mas durante um momento que "não é o dela". Assim como podemos encontrar a errada durante uma fase ideal para ela. O fato é que tanto viver quanto escrever sobre tudo isso é muito cansativo e decepcionante.
Dá vontade de olhar pra cima e falar "Qual é, Deus?!".
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"é cedo ou tarde demais,
pra dizer adeus
pra dizer jamais..."
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Metade
Não sei ser nada pela metade, sou o que sou, gosto do que gosto, o que não quer dizer que não possa mudar opinião. O que me intriga são pessoas que não saem de cima do muro por pura conveniência de não ter que escolher, não ter que se arriscar a no final das contas não ter um nem o outro.
Pule! Se arrisque!Faça a coisa errada, mas pelo menos faça...e seja maduro suficiente para reconhecer que errou.
Grite, brigue! Defenda a sua verdade com unhas e dentes, mas não arranje boas desculpas para se calar.
Não se esconda, fale! Mesmo que depois se arrependa, mesmo que não tenha sido a coisa certa...Você nunca iria descobrir se não tentasse.
Mas já não posso dizer "Ame, se apaixone sem pensar", por que o amor espontâneo não é amor...é fogo, paixonite, carência disfarçada...mas não amor.
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*Comentário "NERD" em época de provas: HP salva!