quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Se meu maleiro falasse...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
O amor é cego
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
"Mesmo querendo eu não vou me enganar...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sobre loteria e o amor.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Sobre as saudades com gosto amargo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Segredos de ventilador
Oi? Você! Para aí! Espera... Eu realmente preciso te contar como é difícil colocar tudo que eu estou pensando em palavras. Isso não costuma acontecer, sério. Sempre que eu escrevi algo sobre outro eu não tive medo, pois simplesmente já não tinha mais nada a perder. Mas você é diferente, eu quero que tudo fique quase tão perfeito assim como eu enxergo em você. Eu quero que transmita confiança, seja inteligente e intenso ... Eu quero que cative, eu quero que cada palavra seja você.
Mas eu simplesmente não consigo, qualquer coisa que eu escreva não ficará bom o suficiente. E eu não quero escrever a minha especialidade: drama. Eu quero escrever aquela comédia romântica que todo mundo sabe o que vai acontecer no final, mas mesmo assim assiste por que, sei lá, dá esperanças de que um dia o protagonista seja o seu melhor amigo ou o cara que você mais odeia e que ele te faça a mulher mais sortuda do mundo.
E partindo do princípio “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” a culpa é totalmente sua se às vezes eu me pegar sorrindo sozinha e, aparentemente, sem motivo algum.
Pra finalizar com um pouco de drama, caso contrário não seria eu, eu prefiro viver na dúvida do que ter uma certeza e afastar tudo que eu tenho de você em mim.
domingo, 2 de outubro de 2011
Sobre a verdadeiras provas da minha vida
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Por onde raios você andou?
segunda-feira, 25 de julho de 2011
"Vai fazer diferença daqui 5 anos?"
domingo, 10 de julho de 2011
Da série: "Minha vida é uma piada".

segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dia amargo

“Eu estarei sempre lá quando você precisar.”
“Conte sempre comigo.”
Essas são as piores promessas/mentiras que alguém pode dizer. Na verdade, quando você realmente precisar elas não estarão lá. Talvez por que estão muito longe, talvez por que já têm alguém pra cuidar ou quem sabe por que estão em dia tão ruim quanto o seu e aí prevalece a lei da sobrevivência.
O fato é que ninguém pode respirar por você, nem por um segundo se quer. Nessa vida é você e Deus. Ele está sempre lá, mas não pode resolver os problemas que você criou sozinho. Talvez nem você possa, mas somente você, e mais ninguém, pode tentar.
O trágico, ou apenas o triste dessa história toda é que o mundo vive nos enganando, vive dizendo que não somos nada sozinhos, que sempre podemos contar com pai, mãe, cachorro, irmão, irmã, papagaio, amigos... E na hora do “vamos ver” é você, você, e somente você! E claro que não estamos preparados para isso, não esperamos estarmos sós pra resolver qualquer coisa, por que... ”Poxa, ele disse que estaria aqui quando eu precisasse”. Mas ele não está. Ninguém está. Então temos que engolir o choro, encarar o mundo com o que tivermos nas mãos e seguir em frente.
Por analogia é como se estivéssemos caindo de um precipício, e tentando se agarrar em qualquer ramo de árvore para parar a queda... Fazemos alguns cortes nas mãos, alguns arranhões nas pernas, mas não podemos desistir, temos que continuar tentando segurar em alguma coisa. O super homem não vai aparecer voando pra te salvar. Então, a não ser que você aprenda a voar, continue procurando um apoio material e sólido de preferência.
E não se agarre a sentimentos, emoções, paixões... Por que todas elas vão embora um dia. Vão por desgaste, por ausência sem culpa, por substituições... Por qualquer motivo que seja elas simplesmente vão. E não vão fazer pezinho pra você escalar o que quer seja.
A coisas mais sensata que eu já ouvi foi "Nunca espere nada de ninguém.". E quer saber, isso inclui a pessoa que me disse isso.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Contos - Você de novo

Oi, você de novo?! Eu estou bem, obrigada por perguntar. E você? Se está aqui algum motivo deve ter. Ah! Só saudades. Quer entrar em casa, sentar no sofá, conversar como se nada tivesse acontecido, como se nunca tivesse me magoado e depois ir embora e me deixar plantada na porta na esperança de que você sinta saudades novamente. Não é bem assim? Sei... Parece que você espera eu cansar de te esperar, e quando já estou na iminência do seu exílio você reaparece, exatamente assim... Como quem não quer nada, só está com “saudade”.
Será que você sabe mesmo o que é saudade? Saudade é tentar abafar o choro com o travesseiro antes de dormir, querendo apenas ouvir a voz daquela pessoa. Sendo um pouco menos dramática é tentar fazer o coração bater num ritmo mais lento e menos triste quando você escuta uma música romântica e quer pegar o telefone desesperadamente e discar aquela combinação de oito números que nunca mais vai sair da sua cabeça. Como eu sei? Não, não que eu tenha passado por isso muitas vezes, e muito menos por você! Não seja tão prepotente. Eu escuto as pessoas falando e tomo notas. Sou muito observadora. Desde quando? Boa pergunta... Quem sabe se você não fosse um turista na minha vida você saberia.
Não, não é drama. É só um desabafo. Você vai e vem na hora que bem entende, não bate na porta, e mesmo que ela estivesse trancada você tem a chaves. Não tive coragem de trocar a fechadura. Mas eu vou! Fique sabendo que eu vou fazer isso amanhã! E vou botar na rua aquele saco preto com todas as suas coisas, lembranças, cheiros, afagos, beijos e promessas. Por que ainda não joguei fora? Ah... é que... comprei um armário novo e estou redecorando, reorganizando. Juro!
Olha, pára... Chega dessa conversa. Não sei por que deixar nas entrelinhas o que eu e você já sabemos. Pelo menos eu suponho que você saiba. As portas sempre estarão abertas pra você, mas, por favor, não volte. Eu não consigo bater a porta na sua cara, eu não consigo deixar de oferecer um café com bolos e tortas e tudo que estiver na minha geladeira. Eu não consigo... Você sabe que não. Então se for só saudades de uma boa conversa, sentado no tapete da minha sala frente à lareira, peço que procure outro lugar para passar suas tardes frias. Por mim, por tudo que um dia foi “nós”. Foi tudo lindo, com alguns problemas aqui e ali que nós não conseguimos resolver, mas se você realmente esqueceu tudo... Me deixa fingir que esqueci também. Mas me deixa fazer isso longe de você. Por que só saber que você ainda se importa com pelo menos um fio de cabelo meu, eu já tenho esperanças de que você... de que você ... Enfim. Obrigada pela visita.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Observe
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Guerra civil - Sentimentos vs razão

sexta-feira, 20 de maio de 2011
Before Sunset

Cena do barco
“Sinto que sou anormal e não consigo seguir em frente.
As pessoas têm um caso, ou até relacionamentos. Terminam e esquecem tudo. Muda como trocam de marca de cereal.
Sinto que não esqueço as pessoas com as quais estive… porque cada um tem qualidades específicas. Não dá para substituir ninguém. O que foi perdido está perdido.
Cada relacionamento que termina me magoa. Nunca me recupero. Por isso, tenho cuidado quando me envolvo com alguém, porque dói demais.
Eu evito até transar porque vou sentir saudades de coisas mundanas daquela pessoa.
(…)
Não se pode substituir ninguém porque todo mundo é a soma de pequenos e belos detalhes.”
Cena do carro
“Agora, não acredito no amor. Não sinto mais nada pelas pessoas. É como se aquela noite tivesse dado tudo a você e você partiu. Senti que fiquei fria, como se o amor não existisse para mim. Sabe o quê? Para mim, realidade e amor são contraditórios.
É estranho, todos os meus ex-namorados estão casados.
(…)
Os homens saem comigo, terminamos, e eles se casam. Por que não me pediram? Eu teria recusado. Mas poderiam me pedir!
Sei que a culpa é minha. Nunca senti que era o homem certo.
O que significa isso? O amor de uma vida? O conceito é absurdo. Só nos completamos com outra pessoa. É sinistro!
Sofri demais e me recuperei. Agora, não faço força alguma. Sei que não vai dar em nada.
Parece que não ligo, mas estou morrendo por dentro.
Estou amortecida. Não sinto dor nem excitação. Não estou amargurada…”
terça-feira, 10 de maio de 2011
Contos - A marionete
domingo, 8 de maio de 2011
Minha camiseta do Green Day

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Copo de leite

Uma pecinha do quebra-cabeça, só mais aquela para alguma coisa lá dentro da sua massa cinzenta gritar “EURECA! “ e você perceber o quanto é estúpido (ou no mínimo ingênuo) por não ter percebido antes. Talvez você até desconfiasse, mas agora é certeza.
E o que a gente faz quando derrama leite no chão? Pega um pano e limpa. Simples assim. O problema é que quando se trata de sentimentos (sejam eles bons ou ruins) a idéia simples de pegar o pano para limpar a sujeira demora, por que fica perdida no meio de pensamentos e indagações que, no final das contas, não vão te levar a lugar nenhum.
A gente pensa, pensa e pensa de novo, pra no final entender que não temos que entender nada, que as coisas são assim por que tem que ser e se um dia for pra entender você vai entender. Não agora, não hoje, não amanhã... Um dia.
Não adianta querer colocar o leite de volta no copo, colar com super bonder o vaso de porcelana raríssimo... Por mais que dê certo, nunca mais vai ser o mesmo vaso. O que passou, passou e a gente não pode viver de passado. Confesso que é engraçado olhar pra trás e perceber que se você tivesse saído com os seus amigos naquele dia, e exatamente naquele dia, algo de diferente não teria acontecido e hoje estaria tudo nos conformes. Mas não, você tinha que estudar, o que algumas pessoas consideram atraso de vida social, mas para você era a coisa certa a se fazer.
A vida é uma caixinha de surpresas, e infelizmente não podemos fugir de nenhuma delas. Só nos adaptar e levá-la da melhor forma possível (que é aquela que você acha a melhor, não aquela que as pessoas palpitam que seja a melhor).
terça-feira, 12 de abril de 2011
Meu hobbie? Fofoca, Lógico!

Com tanta tecnologia por ai, ainda existem aquelas pessoas conservadoras, adeptas dos modos de distração da idade média: a fofoca.
Como antigamente as pessoas não tinha televisão, vídeo-game, internet e toda fonte recreação disponível atualmente, elas aderiam a “boa” e velha fofoca. Por que antes cuida da sua vida era muito fácil. No tempo que sobrava entre trabalhar, comer e dormir as pessoas gostavam de cuidar da vida dos outos também. Oras! Por que não?
E talvez seja coisa de genética ou simplesmente tédio com o próprio nariz, mas ainda existem pessoas que a acham que têm tempo de sobra para dar uma palpitada na vida alheia.
Existem tipos de fofocas. Têm aquelas pessoas que só se atentam aos fatos e “transmitem informações”, essas pessoas são raras, pois poucos são aqueles que sabem reproduzir uma frase sem mudar uma vírgula de lugar. Acho que as pessoa fica com inveja de que outro alguém conseguiu bolar uma frase e aí este ser resolve pelo menos mudar uma vírgula de lugar para dizer que fez alguma coisa na vida. Seguindo essa linha de raciocínio, temos aquelas pessoas que gostam de “incrementar”, vai que fofoca é meio sem graça e os amigos do bar não vão achar muita graça? Nada como ser criativo e inventar alguma coisinha ali no meio. Se uma pessoa comeu uma maçã de manhã, de noite a história já é que a pessoa é sadomasoquista e gosta de ficar com uma maça na boca na cama, igual um porquinho de Ação de Graças. Não duvidem! Tem pessoas que acham suas vidas tão sem graça que precisam colocar pimenta na vida de alguém para serem felizes.
Também temos aqueles fofoqueiros atores. Esses são bons. Eles têm o dom de distorcer tudo que você disse apenas mudando a entonação da frase. Fabuloso! Geralmente eles utilizam dessa artimanha parta ver o circo pegar fogo pro lado de alguém.
E se vocês acham que as mulheres são as melhores nesse hobbie, e por que não esporte, é por que nunca prestaram atenção em como os homens são disparadamente melhores nisso.
Senhoras e senhores, o X-BOX não é tecnologia suficiente para preencher o tempo de ninguém. A fofoca estará sempre em primeiro lugar na vida daqueles que tem as vidas tão perfeitas e não tem mais o que fazer.
Falar um pouquinho da vida alheia todo mundo fala, mas fazer disso um hobbie é só para quem suou muito a camisa e treina todo dia. Parabéns, um dia eu chego nesse nível! Por enquanto, eu fico na categoria de iniciantes apenas cuidando da vida dos personagens dos livros e seriados.
